No Brasil, 20% da população é obesa, segundo pesquisa feita em parceria com a ANS e divulgada Ministério da Saúde, de 2018. Esse índice é resultado da combinação de uma dieta com altos teores energéticos com o estilo de vida sedentário e apresenta taxas de mortalidade inaceitáveis.

Quando o excesso de peso começa a ameaçar a saúde é necessário tratamento, para as pessoas que possuem obesidade moderada a grave e que não tiveram eficácia no tratamento clínico, a cirurgia bariátrica é a opção. A medida radical busca diminuir o tamanho do estômago e dependendo da técnica, o comprimento do intestino para dificultar a absorção dos alimentos. O procedimento é complexo e demanda disciplina na dieta, mudança comportamental, prática regular de atividade física, além do acompanhamento médico pelo resto da vida, mas, é a melhor ferramenta para se conseguir diminuir o peso com resultados duradouros.

O Hospital São Francisco de Mogi Guaçu está equipado com um aparelho de videolaparoscopia de última geração e uma equipe altamente treinada para realizar a cirurgia com total segurança, em menos de uma hora e com menos tempo anestésico. A técnica realizada pelo HSF é a cirurgia bariátrica sleeve por videolaparoscopia, uma técnica moderna, menos invasiva e mais confortável para o paciente.
“O estômago é grampeado e reduzido a um tubo que possui entre 80 a 100 ml de volume. Entre os benefícios da cirurgia de sleeve estão a redução da fome e a necessidade de menor reposição vitamínica. A diminuição da fome acontece porque o paciente deixa de produzir a substância grelina, responsável pela estimulação do apetite”, explica o cirurgião geral e do aparelho digestivo, Eli Paulo Colombo Filho.

Mas, não é simplesmente sair operando por aí, há algumas recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que devem ser levadas em consideração antes de realizar o procedimento. A indicação para cirurgia bariátrica se baseia no cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC).